19 de mar de 2010

Penitênciária Feminina Estevão Pinto


Hoje iniciei a produção do documentário "Mulheres de Fardas". Depois de algumas poucas reuniões com meus colegas, as quais decidimos as funções de cada um dentro desta produção, ficou sobre minha responsabilidade tal função.

Ainda bem perdidos sobre qual rumo tomar, qual linguagem, o que abranger, o que não abranger, o que focar, entre tantas outras dúvidas, já é hora de partir para a prática. Ao meu ver, ainda é cedo, pelo o que temos em projeto e pela orientação, até agora, dada pela professora, Maria De Fátima Augusto. Não que ela não tenha dado informações suficientes para o trabalho, mas é certo que deveríamos ter um pouco mais de tempo para pesquisar e para o planejamento do filme. Exemplo disso, é o fato de que para obter o alvará para filmagens internas, em muitos casos, como no abaixo descrito, será necessário ter, já planejado, os dias e horários que a equipe se disponibilizará. Ou seja o cronograma deve ser feito antes de iniciar a produção, no quesito prática.

Enfim, A Penitênciária Feminina Estevão Pinto, situada na Av. Dos Andradas, em Belo Horizonte, foi meu primeiro foco nesta busca pelas mulheres militares dentro de nossa cidade. Consegui fazer algumas fotos da fachada da penitênciária, mas para fazer imagens das dependências internas de lá será preciso uma reunião formal com o Dr. Hamilton Mitri, responsável pela Superintendência Prisional. Diga-se de passagem, este tipo de reunião causa certo "friozinho na barriga".

Fui muito bem recebida no local e desde já agradeço a atenção e cuidado da agente Lílian, que me atendeu e me orientousobre as condições da instituição. Agradeço, também, ao simpático Gilberto, guarda que me auxiliou e que, com certeza, está torcendo para que dê certo nossa experiência.

Um comentário:

  1. Aliás, creio que não só o cronograma deva ser feito antes das visitas da produção, como também a estrutura, o roteiro (ou, pelo menos o esboço da idéia do diretor e/ou do roteirista)já devem estar encaminhados. A justificativa e as motivações do tema devem estar mais amadurecidas para este início prático; o que ainda não estão. Porém, devemos seguir o andamento acadêmico e fazer como instrui nossa orientação.
    Vivendo e aprendendo!
    Contando que não infiemos os pés pelas mãos, acredito muito neste projeto.

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